Plano de Contingência



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Acidente em plataforma da Petrobras escancara precariedade de plano de contingência

Acidente em plataforma da Petrobras escancara precariedade de plano de contingncia

No litoral do Espírito Santo, acidente em navio-plataforma deixa mortos e feridos. Plano de Contingência para acidentes como esse ainda não tem orçamento.

Plataforma da Petrobrás na Bacia de Santos, área do pré-sal. (©Greenpeace/Rodrigo Paiva/RPCI)

Um acidente em um navio-plataforma deixou três mortos, dez feridos e seis desaparecidos no litoral norte do Espírito Santo, segundo a Agência Nacional de Petróleo. A plataforma FPSO Cidade de São Mateus, alugada da BW Offshore pela Petrobrás, explodiu por volta do meio-dia provavelmente devido a um vazamento de gás.

Segundo a Infraero, responsável por administrar os aeroportos brasileiros, o Plano Nacional de Contingência foi acionado diante da emergência. “Este é o principal instrumento que estabelece as providências em casos de vazamentos de petróleo e acidentes em plataformas”, afirma Thiago Almeida, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. “Foi estabelecido em outubro de 2013 e, no entanto, seu orçamento ainda não foi alocado. Também seguimos sem a definição dos recursos humanos e materiais necessários para evitar a poluição das águas brasileiras”, critica Almeida.

Acidente em plataforma da Petrobras escancara precariedade de plano de contingncia

Localização do navio-plataforma FPSO Cidade de São Mateus, a 40 quilômetros da costa do Espírito Santo.

A FPSO Cidade de São Mateus tem 25 anos de idade, o que indica uma situação crítica visto que as plataformas com 30 ou mais anos são protagonistas de mais acidentes do que as plataformas novas. Desde o ano 2000, já aconteceram mais de 100 acidentes em plataformas no país, sendo 62% em plataformas mais velhas e o pior na Bacia de Campos, em 2011, quando mais de 380 mil litros de petróleo vazaram de uma plataforma da Chevron.

“Esse acidente é mais uma prova dos riscos e da fragilidade da exploração de petróleo no litoral brasileiro. As consequências são graves não apenas para o meio ambiente, mas também em termos de vidas humanas”, conclui Almeida.

Gerry Marcio

Ciberativista do Greenpeace